Raffael pôde se consagrar, mas parou em Hart

Foto: Twitter Oficial-Borussia Mönchengladbach I Hart defendeu a penalidade de Raffael

Foto: Twitter Oficial-Borussia Mönchengladbach I Hart defendeu a penalidade de Raffael

O início de temporada do Borussia Mönchengladbach é péssimo, mas o time ensaia uma recuperação. Após brilhar na última temporada, conseguindo retornar à disputa da UEFA Champions League após 38 anos, o time que brilhou na década de 70 do futebol europeu iniciou a campanha de 2015-2016 sem sua grande referência de ataque, o alemão Max Kruse, e sentiu sua ausência- embora tenha trazido o suíço Josip Drmic, que não se adaptou no Bayer Leverkusen.

Nas cinco primeiras rodadas da Bundesliga, os Potros perderam as cinco partidas e se colocaram em situação dificílima, o que levou treinador Lucien Favre a deixar o comando do time. Além disso, o clube começou a Champions perdendo por 3×0 para o Sevilla. Todavia, com o interino André Schubert, o time venceu seus dois primeiros jogos na Bundesliga, contra Augsburg e Stuttgart, deixou a zona de rebaixamento e pôde respirar.

Nessa sequência de recuperação, o clube alemão recebeu o Manchester City, vice-líder da Premier League, em sua segunda partida da UEFA Champions League e mostrou que está, de fato, voltando aos eixos, vendendo caro uma derrota contra um time que vive um momento oposto ao seu. O clube alemão acabou sendo perdendo a partida por 2×1, sofrendo o gol da derrota aos 44 minutos do segundo tempo.

Não obstante, um dos lances que mais chamaram a atenção e que poderia ter mudado a história do jogo foi uma belíssima arrancada do brasileiro Raffael. O atacante protagonizou lance de rara inspiração – com direito a drible da vaca – deixando seus rivais pelo caminho e sofrendo uma penalidade máxima (duvidosa, é bem verdade). Apesar disso, o jogador foi para a marca da cal e parou em Joe Hart, que fez uma grande defesa, evitando que o Borussia abrisse o placar e se tornando um dos heróis da partida. Doentes, confiram o lance do brasileiro:

https://youtu.be/bp1sRhXoZ0c?t=43s

Advogado graduado pela PUC Minas, pós-graduando em Direito Desportivo e Negócios do Esporte, 24 anos. Admito minha preferência pelo futebol bretão, mas aprecio o esférico rolado qualquer terra. Desde a infância, tenho no atacante Marques e no argentino Pablo Aimar referências; o melhor jogador que vi jogar foi o lúdico Ronaldinho Gaúcho, na temporada 2004/05. Estou também no "O Futebólogo", meu blog.